O tai chi chuan (taijiquan) na sociedade brasileira atual

Julho 4th, 2009 de Cichini

Diante de tantas artes orientais da moda, o tai chi chuan acabou por encontrar seu lugar na sociedade brasileira e tem suas altas e baixas de popularidade. No entanto, mesmo sem muita divulgação da mídia, há diversos simpatizantes que não sabem mais viver sem praticá-lo.
Desde que os primeiros mestres chineses vieram ao Brasil no início da década de 70 e começaram a ensinar a arte, vários brasileiros dedicaram-se de coração a aprender o tai chi.

O que nos atrai inicialmente ao taijiquan são os movimentos lentos e bem desenhados, o equilíbrio e a paz que sentimos ao observarmos a execução das formas.

Numa época em que o tempo é precioso e as tarefas são agendadas com meses de antecedência, perguntamos: - Como pode alguém sentir tanta paz fazendo esta arte marcial? Será que nos trará o mesmo benefício?

Esta indagação é o ponto de partida da maioria dos praticantes atualmente. Daí em diante abre-se um leque de idéias, conceitos novos e possibilidades ao iniciante que o faz perceber que a apresentação que assistiu naquela “pracinha” era superficial, porque o taijiquan é como o oceano - profundo e misterioso…porém nos convida a navegar e mergulhar…”

Saulo Nunes
Professor de Tai Chi
www.manimaha.com.br/taichi

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Numerologia Cármica

Julho 1st, 2009 de Priscila

A Numerologia Cármica é realizada a partir da data de nascimento, tem como base a teoria do Ciclo Encarnatório e também os Arcanos Maiores do Tarô, possuindo assim, 22 influências. É chamada cármica porque nos traz a história de nossa evolução, desde vidas passadas até os objetivos e desafios de nossa encarnação atual.

Como uma ferramenta para o autoconhecimento, a numerologia cármica nos mostra a essência dos arquétipos que estão em nosso inconsciente. Permite-nos identificar vários aspectos de nossa personalidade, mecanismos de defesa e estrutura emocional, bem como as influências que trazemos de vidas anteriores, sejam criativas ou destrutivas, de acordo com a Lei Universal de Causa e Efeito. Assim, nos conscientizamos de nossas restrições e potencialidades, compreendemos nosso comportamento dentro de determinadas situações e tomamos decisões com determinação e fé. Pois restabelecemos o elo com o Plano Superior e com o propósito de nossa encarnação ativando, assim, a energia da prosperidade em nossas vidas.

Quem busca o curso, encontra um mecanismo de “estudo da vida”, onde se pode avançar cada vez mais, compreendendo tendências, associando energias, analisando relações complexas para decodificar a linguagem universal através da sua representação simbólica mais exata: os números. Afinal, como já dizia Pitágoras, “Se tudo no Universo é vibração, então é número”.

Já a proposta da Consulta Numerológica é levar a compreensão e a consciência de si mesmo, dar as ferramentas para que cada um possa encontrar soluções, visualizar novos caminhos e promover as mudanças necessárias em sua vida, liberando a ansiedade e resgatando a confiança em si mesmo. Além de verificar as possibilidades e tendências para o amor, saúde, finanças, profissão, família, casamento… E a evolução de situações específicas no seu passado, presente e futuro.

Existe também a Análise Numerológica de Relacionamentos e a Análise empresarial.

A análise de relacionamentos trata da numerologia cármica do casal trabalhada de maneira comparativa para orientar o relacionamento. Ela aponta e esclarece os aspectos positivos e negativos da relação, mostra a característica de envolvimento de cada um e como podem colaborar para um relacionamento mais feliz. Informa quais são as possibilidades, benefícios e tendências para o futuro, além de verificar se existe alguma ligação e/ou influência de outras vidas na relação atual.

A análise empresarial consiste na análise numerológica da empresa combinada à numerologia de seus proprietários ou sócios. Ela identifica os possíveis pontos falhos, os maiores trunfos para o sucesso, as influências que cada proprietário ou sócio exerce na performance da empresa e como isso interfere nos resultados. Fornece uma estimativa de tempo para ascensão e base para um planejamento de curto/médio/longo prazo.

Conheça na prática, agende um horário!

Instituto ManiMahá - Fone: 2598-3626

Namastê!

Priscila “Chandra”

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O que é tai chi chuan (taijiquan)?

Junho 28th, 2009 de Priscila

Tai chi chuan é uma arte marcial de origem chinesa. Podemos descrevê-la superficialmente sob 3 ângulos diversos:

1) arte marcial (isoladamente)- no início muitas guerras existiam e, pelas necessidades da época, os povoados e vilarejos tinham treinamento beligerante, surgiu assim o aspecto marcial do tai chi chuan, hoje facilmente identificável nas técnicas de tui shou (técnicas a dois) e chin na (torções e apresamentos);

2) ginástica para saúde - os exercícios preparatórios de tai chi chuan, as formas e o trabalho de chi kung (qi gong), diferentemente de outras artes marciais, não forçam o corpo além de seus limites naturais, proporcionando boa saúde e longevidade;

3) prática psicossomática e metafísica - os fundamentos de direcionamento mental de energia pelo corpo (taoyin e
meditação) e as influências do taoísmo nas práticas e na teoria do tai chi chuan são foco constante de pesquisas na área médica (acupuntura) e científica (física quântica).

Diante de tantas possibilidades, identifique o que espera do tai chi chuan, comece a praticar e tenha certeza de que se surpreenderá!”

Saulo Nunes
Professor de Tai Chi
www.manimaha.com.br/taichi

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MÚSICA TEM COR?

Junho 5th, 2009 de Giselle Maria

Por Giselle Maria

A cor está em tudo!
Num prato de comida, na roupa, na natureza, no cosmos e como não poderia ser diferente, na música!
Pensemos numa marchinha de carnaval… É uma canção alegre, então que cor lhe vem à mente? Amarelo, azul, preto ou marrom?
Claro que uma marchinha carnavalesca está muito mais para o amarelo enquanto o Blues está para o azul mais escuro, pois é um gênero musical de lamento com letras falando de dor… (sempre respeitando as derivações de cada gênero e também as escalas das cores).

Para um melhor entendimento:

Qual a ligação entre a cor e o som?

Os dois se propagam!!!!!!

A música é feita de ondas (vibrações) sonoras que se propagam no ar chegando assim aos nossos ouvidos (captadores) que levam a mensagem até nosso cérebro.

A cor é feita de vários tipos de ondas que podem então assumir diversas cores (desde o violeta até o vermelho), em função do comprimento de cada onda.

Como descobrir a cor de uma música?

Na música temos:

O som grave (baixo)
Médio (intermediário)
Agudo (alto)

Quando cantamos uma canção onde as notas são mais agudas lembramos do céu.
E quais cores estão ligadas ao céu?
Azul, amarelo, lilás e todos os tons claros.

Quando cantamos uma canção onde as notas são médias, esse som está ligado ao ar.
E quais as cores que nos remetem ao elemento ar?
Nem tão clara, nem escura, assim como o laranja, violeta, entre outros nuances.

E por fim, o grave (baixo), sons mais pesados, fúnebres, ligados ao elemento terra, raiz, tendo assim o cinza, marrom, preto…

Para escutar:

Sons claros – Aquarela do Brasil (Ary Barroso)

Sons médios – As Rosas não Falam (Cartola)

Sons escuros – Meu Mundo Caiu (Maysa)

Descobrir a cor do som é uma terapia e para quem canta ou toca um instrumento é primordial, pois através das cores conseguimos interpretar com a *intensidade devida, transmitindo assim, a alma da letra e da música para o ouvinte que com toda certeza sentirá de forma mais profunda.

* Intensidade – é a qualidade do som ser mais forte ou fraco, dependendo da energia emitida pela fonte sonora.

VAMOS COLORIR!

Escolha uma música, leia em voz alta respeitando as pontuações, calmamente, prestando atenção na letra e depois de entendida e absorvida, pinte cada frase com a cor que ela pede.

Lembre-se:

Parte aguda (alta) – CÉU - cores claras

Parte média (intermediária) – AR – nem muito claras, nem escuras

Parte grave (baixa) – TERRA – tons escuros

Numa música podemos ter várias cores!

Escute:

A melodia é alegre ou triste?

Não dá para cantar uma marcha fúnebre sorrindo, nem com uma voz azul clara, não é?

*Ao pintar não pense demais na frase, pois para encontrar a cor tem que ser instintivo.
A música vai pedir seu tom!

Depois de colorir, cante a!

Esteja numa posição confortável, de preferência em pé, braços relaxados para uma melhor emissão e aproveitamento sonoro.

Nas melodias agudas (claras) temos a doçura, voz suave como os sons celestiais.

Nos médios temos uma voz mais presente, forte, entre o claro e o escuro.

Nas sonoridades graves (escuras) temos a voz mais reprimida, dorida, pra dentro, transmitindo verdade a cada parte da canção.

Se cantarmos uma canção sem intensidade, igual do começo ao fim, sem expressão, sem cor, sem enfatizar nenhuma parte, teremos uma música reta e fria.
E quem quer ouvir uma música assim? Presumo que ninguém, não é?

Temos que dar movimento a música!!!

Como o som do mar…
Uma onda traz seu som leve, a seguinte é mais bravia… Assim como nossos sentimentos.

Sentir a música e entregar-se a ela é o que chamamos de INTERPRETACÃO!

Que nós possamos colorir todos os dias a nossa canção de vida!

No próximo encontro daremos continuidade a esse assunto abordando:

A COR DA VOZ!

Luz e Som sempre!

Beijos Musicais!!!

Giselle Maria
Cantora e Professora de Canto

giselle.cantoria@hotmail.com
http://giselle.musica.nafoto.net

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Vida, uma aprendizagem sem fim.

Maio 30th, 2008 de Priscila

A vida é um caminho de eterna busca e toda busca remete a um aprendizado.

Aprendizagem é, por definição, um processo ininterrupto de aquisição de conhecimento que se dá ao longo da vida por meio de um sistema cíclico. Em todo o nosso caminho acumulamos experiências que chamamos boas e/ou ruins - lembrando que essa classificação de bom e ruim é muito relativa e pessoal - mas que sempre nos levam ao crescimento.

Para que tenhamos um melhor aproveitamento de nosso aprendizado, nossas experiências devem ser numerosas e diversificadas o máximo possível. É como assistir a um filme ou ler um livro, na primeira vez recebemos sua mensagem e nossas emoções se envolvem de uma determinada maneira, porém, ao assistir/ler pela segunda vez percebemos coisas novas, interpretamos a mensagem de um jeito diferente, a relação de nossas emoções com o contexto da história também muda e assim, novas lições são absorvidas. Portanto, não apenas a quantidade de experiências vividas é importante, mas também a qualidade dessas vivências.

De uma maneira geral procuramos nos manter em equilíbrio, evitamos conflitos e situações desfavoráveis, normalmente por medo de errar e de sofrer.

A nossa cultura nos passa uma visão distorcida do erro. Crescemos aprendendo que o erro é ruim, educados num sistema de recompensa pelo acerto e punição pelo erro. Nunca nos ensinaram o real significado do erro e muito menos o quanto ele é essencial em nossas vidas.

O fato é que os erros são sinalizadores, eles nos mostram onde nos encontramos na jornada, se ainda falta muito ou se já estamos próximos a realizar nosso objetivo.

Atingir um estado de equilíbrio não é tão difícil, o complicado é aceitar os desequilíbrios e reconhecer sua importância para o nosso crescimento pessoal. São as dificuldades e obstáculos do caminho, os erros cometidos e sofrimentos conseqüentes que nos possibilitam analisar e avaliar a situação, adaptar ou mesmo realizar as mudanças necessárias em nossa vida.

Somos impulsionados a sofrer processos de desequilíbrio a todo o momento, só assim podemos sair do estado chamado de acomodação. Quando estamos numa situação confortável acabamos permanecendo nela e isso muitas vezes é ruim, pois o comodismo nos limita.

Isso acontece com toda forma de aprendizagem, ao dirigir por exemplo, no início nos encontramos apreensivos, observamos tudo procurando nos familiarizar com o objeto (o carro), é tudo muito novo. Num segundo momento, passamos a interagir, colocamos o cinto e adequamos o banco ao nosso tamanho, ajeitamos os espelhos e ainda com o carro parado passamos as marchas para gravarmos suas posições e ficamos simulando todas as ações da direção.

Mas é com o carro ligado e em movimento que, ao girar o volante, podemos perceber quanto de força é necessária para uma curva mais aberta ou fechada, qual o tempo adequado para mudar de uma marcha para outra, com qual intensidade devemos frear… Com a prática conseguimos dominar e nos adaptar ao novo.

No entanto não paramos por aí, sabemos que somente dirigindo em meio ao trânsito é que poderemos aprender de fato, pois o trânsito real nos proporciona uma série de “situações problemas”, isto é, coisas inesperadas as quais teremos que resolver.

Devemos sempre procurar por essas “situações problemas”, por desafios, mesmo quando há a possibilidade de erro ou desequilíbrio pois essa é a oportunidade para aprimorarmos tudo o que já aprendemos anteriormente e assim evoluir.

Esse ponto de vista pode parecer um pouco masoquista a princípio, no entanto, se avaliarmos de maneira mais racional podemos perceber que tudo é assim, faz parte do ciclo natural da vida onde nada é imutável nem finito, porém tudo se transforma.

Certa vez, li um texto que dizia: “[…] todos nós conhecemos pessoas que fazem absoluta questão de estar certas nos menores detalhes. Nós mesmos, muitas vezes, nos incluímos nesta categoria: não nos permitimos errar. Tudo que conseguimos com esta atitude é o pavor de seguir adiante - porque certos passos exigem decisões novas, cujos resultados desconhecemos. O medo de errar é a porta que nos tranca no castelo da mediocridade: se conseguirmos vencer este medo, estaremos dando um passo importante em direção à nossa liberdade” (Paulo Coelho).

Om Shanti

Priscila Lins Sandoli
priscila.sandoli@gmail.com

http://priscilasandoli.spaces.live.com
www.maniji.com.br

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