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	<title>BLOG ManiMahá</title>
	<link>http://blog.maniji.com.br</link>
	<description>Auto Conhecimento, Qualidade de Vida e Cultura</description>
	<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 21:44:09 +0000</pubDate>
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		<title>Loucura e Espiritualidade - Uma tênue linha divisória</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 21:44:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscila</dc:creator>
		
		<category>Convidados</category>

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		<description><![CDATA[> Lembro ter lido Emmanuel dizer/escrever algo assim: &#8220;A linha divisória entre a espiritualidade e a loucura é muito tênue&#8221;. 
Verdade. Se é que existe uma linha definida assim.
Os dito &#8216;loucos&#8217; acessam informações espirituais muito precisas. Apenas a confusão mental deles lhe embaralha as idéias, faz generalizações e retira o discernimento. 
A bomba é que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>> Lembro ter lido Emmanuel dizer/escrever algo assim: &#8220;A linha divisória entre a espiritualidade e a loucura é muito tênue&#8221;. </em></p>
<p>Verdade. Se é que existe uma linha definida assim.</p>
<p>Os dito &#8216;loucos&#8217; acessam informações espirituais muito precisas. Apenas a confusão mental deles lhe embaralha as idéias, faz generalizações e retira o discernimento. </p>
<p>A bomba é que o raciocínio oposto então se faz verdadeiro: TECNICAMENTE, são igualmente &#8220;meio malucos&#8221; aqueles que parecem espirituais &#8220;normais&#8221; aos olhos da sociedade, mas que fazem generalizações sem discernimento em cima do que suas &#8220;presenças espirituais&#8221; (ou dogma) lhes disseram!</p>
<p>A diferença então poderia ser que o maluco tenta impor isso para os demais, como verdade absoluta, exigindo que o outro ACREDITE de forma inquestionável no que viu. Mas alguns espiritualistas também! É uma ofensa perguntar se certos médiuns estão mesmo recebendo espírito tal. E muito mestre vai ficar muito ofendido com você se você agradecer a referência dele, mas, em algum aspecto que não possa perceber ainda, preferir se orientar por sua própria percepção, até ter condição de ver também&#8230; E ser como ele, ou mais!</p>
<p>Lógico que não vai ser um médium, ainda que Chico via Emanuel (ou vice versa) que vai dizer que são iguais&#8230; Afinal, não é uma posição imparcial um &#8220;espírito&#8221; falar disso. Teria que estar de fora do tal campo que a linha tenue divide, né?</p>
<p>Concordo com a semelhança. A diferença é que o louco patológico é um médium maior, porém nem sempre melhor: com mais confusão no hardware, perde nos dois lados: permeia seus acessos muito reais com uma dose alta demais de simbolismos psíquicos / oníricos, AO MESMO TEMPO em que sua capacidade de discernimento diminui.</p>
<p><em>> nunca vi tantos delírios psicóticos entendidos como &#8220;Vontade Divina&#8221; ou &#8220;coisas do tipo&#8221; como tenho visto agora.</em></p>
<p>Isso também é verdade. Ou talvez, sua capacidade de percepção tenha aumentando. O discernimento é como uma maturidade espiritual. Mas pode ter havido também um aumento nominal.</p>
<p>Com o esquisoterismo new-age, que resgatou as mais esdrúxulas supertições de todos os povos para fins comerciais (nas lojinhas há proteções de todos os tipos, e nomes de deusas de todos os mitos, só não vendem consciência), ficou mais interessante projetar as maluquices no contato divino&#8230;</p>
<p>Mediunidade não, com licença: canalização!!! <img src='http://blog.maniji.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />  Médium é coisa de genta baixa, que ainda está nesta &#8220;quarta dimensão&#8221; (gargalhadas).</p>
<p>Falar de omulu, preto-véio, exu e caboclo é pobreza e mistificação, cantar ponto nem pensar - o bacana mesmo é cantar mantra e depois falar do mito celta da deusa grega modificada pelos romanos, e associa-la ao nome da pomba-gira tibetana. E comprar, claro, um gatinho da sorte japonês pra garantir! Universalismo é isso aí. Com um kit esquisotérico globalizado, pra que crescer?</p>
<p>O paraíso está lá fora, e já já os ET´s vem me resgatar. Vou me embora pra Andrômeda, lá sou amigo do comandante rei, e terei a kligoniana que eu quiser, na nave que escolherei.</p>
<p>EU SOU Comandante Lázaro Sheran<br />
(Mas pode me chamar de Napoleão)</p>
<p>Lázaro Freire<br />
Palestras, cursos e atendimentos individuais em Terapia Transpessoal, com abordagem Junguiana / Psicanalítica / Espiritualista.</p>
<p><a href="http://www.manimaha.com.br">www.manimaha.com.br</a><br />
<a href="http://www.voadores.com.br ">www.voadores.com.br </a><br />
lazarofreire@voadores.com.br
</p>
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		<title>Devemos ser vegetarianos?</title>
		<link>http://blog.maniji.com.br/2010/03/07/devemos-ser-vegetarianos/</link>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 21:25:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscila</dc:creator>
		
		<category>Convidados</category>

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		<description><![CDATA[Em todas as épocas e tradições espirituais, há inúmeros relatos de benefícios espirituais advindos da sutilização alimentar. Mas isso não precisa ser uma regra, nem um dogma, e menos ainda um convite à radicalização. 
PARTICULAMENTE creio que somos onívoros, como os chimpanzés. Nem tão vegetarianos, nem tão carnívoros. Jesus multiplicava peixes e tomava vinho. Acho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em todas as épocas e tradições espirituais, há inúmeros relatos de benefícios espirituais advindos da sutilização alimentar. Mas isso não precisa ser uma regra, nem um dogma, e menos ainda um convite à radicalização. </p>
<p>PARTICULAMENTE creio que somos onívoros, como os chimpanzés. Nem tão vegetarianos, nem tão carnívoros. Jesus multiplicava peixes e tomava vinho. Acho que é por aí.</p>
<p>É bom lembrar que os povos de maior longevidade no planeta são os japoneses e os mediterrâneos. A alimentação de ambos é riquíssima em vegetais, cores e variedades; e contém pouca carne vermelha. </p>
<p>E mesmo aqui, a alimentação mais aceita como natural e saudável em geral usa bastante de folhas, legumes, grelhados - e um pouco de carne branca, sem exagero, especialmente peixes. E falam dos flavenóides do vinho. Curiosamente, parece com a dieta dos japoneses e mediterrâneos. Curiosamente, lembra também os hábitos - peixe e vinho - atribuidos a Jesus.</p>
<p>Equilíbrio e bom senso, essas são as palavras. As pessoas tendem a sair de um radicalismo a outro, e como diz o Tao Te King, o equilíbrio nunca pode residir nos extremos.</p>
<p>Além disso, Sai Baba lembra que &#8220;alimento&#8221;, espiritualmente falando, é tudo aquilo do exterior que metabolizamos dentro de nós - amizades, músicas, sintonias, leituras, filmes, ambientes que escolhemos e o que comemos. Tudo é hara e manipura. Tudo isso deveria ser mais sutil. </p>
<p>O que &#8220;entra pela boca&#8221;, embora importante, é apenas a ponta do iceberg. Mas sutilizar ao menos isso - ou evitar excessos - já é um começo. O corpo é o templo base nessa existência. É por isso que Osho dizia que, nesse caminho espiritual, &#8220;quem não se preocupar com um barrigão, dificilmente se preocupará com qualquer outra coisa&#8221;. </p>
<p>Lembrando que não são verdades absolutas, mas o que você pediu: a minha opinião, independente do lado ecológico ou ético da questão. Afinal, não sermos vegetarianos implica em matar animais, e isso traria infinitas outras nuances de discussão, inclusive religiosas.</p>
<p><strong>Lázaro Freire</strong><br />
Palestras, cursos e atendimentos individuais em Terapia Transpessoal, com abordagem Junguiana / Psicanalítica / Espiritualista.</p>
<p><a href="http://www.manimaha.com.br">www.manimaha.com.br</a><br />
<a href="http://www.voadores.com.br ">www.voadores.com.br </a><br />
lazarofreire@voadores.com.br
</p>
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		<title>O aspecto marcial das artes internas (taijiquan, bagua zhang e hsing Yi quan)</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 17:23:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscila</dc:creator>
		
		<category>Saulo Nunes</category>

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		<description><![CDATA[O tai chi chuan é, antes de tudo, uma arte marcial; diferente das outras, obviamente porque se realiza em execuções lentas e meditativas, utilizando a força interna: &#8220;chi&#8221;.
Os primeiros praticantes a desenvolver a arte do tai chi foram os da família &#8220;Chen&#8221;, que existe até hoje e tem por característica movimentos explosivos no transcurso da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O tai chi chuan é, antes de tudo, uma arte marcial; diferente das outras, obviamente porque se realiza em execuções lentas e meditativas, utilizando a força interna: &#8220;chi&#8221;.</p>
<p>Os primeiros praticantes a desenvolver a arte do tai chi foram os da família &#8220;Chen&#8221;, que existe até hoje e tem por característica movimentos explosivos no transcurso da sequência (exemplo: socos e chutes repentinos).</p>
<p>As famílias seguintes, como &#8220;Yang, Wu&#8221;, etc. foram excluindo algumas características dos &#8220;Chen&#8221;, possibilitando a todos os interessados acesso à arte sem treinamentos excessivamente marciais.<br />
No entanto, ainda hoje há competições abertas para praticantes de taijiquan, bagua zhang e hsing Yi quan na modalidade de combate &#8220;tui shou&#8221; - onde um oponente tem o objetivo de derrubar ou desequilibrar o outro (modalidade chamada de pés fixos ou passos fixos) ou então de tirá-lo de uma área de combate, um círculo, (permitida neste caso a locomoção dentro da área demarcada para aplicação dos golpes). No Brasil, a maioria das escolas de tai chi chuan não se especializa no combate &#8220;tui shou&#8221; a fim de obter êxito em competições, sendo apenas uma prática que integra o currículo do aluno para desenvolvimento e conhecimento. No entanto, com uma procura mais direcionada, é possível encontrar escolas que ensinam o aspecto marcial das artes internas.</p>
<p>Saulo Nunes<br />
Professor de Tai Chi<br />
<a href="http://www.manimaha.com.br/taichi">www.manimaha.com.br/taichi</a></p>
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		<title>Espiritualidade com Discernimento</title>
		<link>http://blog.maniji.com.br/2009/09/08/59/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 19:11:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscila</dc:creator>
		
		<category>Valter Cichini Jr.</category>

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		<description><![CDATA[Cresce cada vez mais o número de pessoas que se declaram espiritualistas sem ter uma religião definida. Por um lado isso é bem positivo, pois as pessoas percebem que podem ser religiosas ou ter espiritualidade sem entregar seu discernimento a um líder religioso com um pacote fechado cheio de dogmas. Entretanto, tenho observado também o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cresce cada vez mais o número de pessoas que se declaram espiritualistas sem ter uma religião definida. Por um lado isso é bem positivo, pois as pessoas percebem que podem ser religiosas ou ter espiritualidade sem entregar seu discernimento a um líder religioso com um pacote fechado cheio de dogmas. Entretanto, tenho observado também o aumento de um subgrupo que chamo de &#8220;esquisotéricos&#8221;, uma junção divertida e bem humorada de esquisitos com esotéricos.</p>
<p>   Esse subgrupo é composto por pessoas que &#8220;engolem&#8221; tudo o que lêem e o que lhes dizem, sem o menor discernimento. Fazem a simpatia do amor para amarrar o escolhido aqui, desejam tirar do caminho uma outra pessoa acolá, acendem uma velinha para o grande mestre sagrado não-sei-das-quantas, fazem o ritual do supremo sagrado fulaninho-de-tal e tudo de maneira superficial, por modismo puro, sem entender o que aquilo realmente pode representar e sem vivenciar a rica experiência que isso pode proporcionar.</p>
<p>   Ser espiritualista é muito mais que isso; para ser espiritualista é necessário ter o mínimo discernimento, saber separar o que tem de bom do que não presta: o joio do trigo; inclusive, na leitura deste texto deve-se usar o discernimento, com o crivo da razão.</p>
<p>   Não existe o floral &#8220;resolve tudo&#8221;, o insenso remove-tudo, o elixir me-faça-feliz-instantaneamente ou ainda fórmulas mágicas que resolvam tudo do dia para a noite.</p>
<p>   Qualquer caminhada, seja ela qual for, exige discernimento, dedicação e coerência. Essas ferramentas são válidas e nos auxiliam muito no nosso caminho, entretanto, não substituem nossas ações, nossa coerência e nosso discernimento; também precisamos fazer a nossa parte para que essas ferramentas sejam eficientes.</p>
<p>   A espiritualidade deve ser um estado de espírito, deve fazer parte do nosso íntimo, deve estar incorporada ao nosso dia-a-dia e em nossas atitudes com tudo o que nos cerca. A atitude espiritualista não é para ser praticada só nos seus momentos de ligação com o Sagrado e sim em todas as nossas ações do dia-a-dia.</p>
<p>   Outra coisa muito importante a se ressaltar é que ser resignado e ter atitude espiritualista não é ser bobo e nem saco de pancada; é necessário ter coerência também neste quesito e saber ser justo com o que ocorre à nossa volta, entendendo que existem horas de aceitar e baixar a cabeça, mas também existem horas de se impor, fazendo-se respeitar, sempre com a flexibilidade necessária, tolerância e sem extremismos.</p>
<p>   Tenho um amigo que sempre diz: &#8220;Céu e Inferno: cada um carrega o seu dentro do peito&#8221;, numa alusão clara que nós produzimos nosso Céu ou nosso Inferno de acordo com nossas atitudes e pensamentos. O sagrado e o profano são atitudes e pensamentos que carregamos e realizamos no dia-a-dia e não algo externo e alheio.</p>
<p>   Seja qual for o caminho escolhido a seguir, tenha sempre discernimento para: olhar o que serve e o que não serve; o que é bom e o que não é; e não deixe as coisas serem apenas superficiais. Entenda o mecanismo, o porquê, o significado de toda a simbologia, e aí sim, viva a espiritualidade como ela deve ser vivida.</p>
<p>   Paz e Luz</p>
<p>   Valter Cichini Jr.</p>
<p>   Psicanalista Transpessoal - Individual, Casal ou Grupos.<br />
   Atendimento Presencial ou On-Line
</p>
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		<title>A energia (Chi)</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 20:10:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Priscila</dc:creator>
		
		<category>Saulo Nunes</category>

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		<description><![CDATA[A todo praticante de tai chi chuan, o conceito de &#8220;chi&#8221; (ou energia) é fundamental. Sentir o &#8220;chi&#8221; é mais importante ainda, porque é o objetivo primordial do tai chi chuan. 
Entenda &#8220;chi&#8221; como ENERGIA, na concepção mais simples possível desta palavra. &#8220;Chi&#8221; é uma energia sutil, que permeia todo o universo (céu, terra, ar, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A todo praticante de tai chi chuan, o conceito de &#8220;chi&#8221; (ou energia) é fundamental. Sentir o &#8220;chi&#8221; é mais importante ainda, porque é o objetivo primordial do tai chi chuan. </p>
<p>Entenda &#8220;chi&#8221; como ENERGIA, na concepção mais simples possível desta palavra. &#8220;Chi&#8221; é uma energia sutil, que permeia todo o universo (céu, terra, ar, plantas, rochas, água, animais, etc.) e que existe em todos os seres humanos, mas poucos procuram desenvolvê-la para obter os seus benefícios. </p>
<p>Desenvolvemos a energia no tai chi chuan executando sequências de &#8220;chi kung&#8221; (ou &#8220;qi gong&#8221;); chi kung são exercícios que trabalham a energia no nosso corpo.</p>
<p>Sem esse trabalho energético (sentir a energia), o praticante não faz nada além do que uma simples ginástica quando executa os movimentos do tai chi chuan. Executar esta ginástica até faz bem, porém pouco diante do que pode-se aproveitar praticando-na com a intenção no &#8220;chi&#8221;.</p>
<p>Saulo Nunes<br />
Professor de Tai Chi<br />
<a href="http://www.manimaha.com.br/taichi">www.manimaha.com.br/taichi</a>
</p>
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