Tai Chi Pai Lin faz bem à saúde!

Agosto 8th, 2009 de Priscila

O principal motivo pelo qual as pessoas procuram o Tai Chi Pai Lin é o foco das suas práticas na saúde. Isso não é por acaso:

* O Mestre Liu Pai Lin foi um dos introdutores da Medicina Chinesa no Brasil, no início década de 70;

* O seu filho, Mestre Liu Chih Ming é Vice-Presidente da Federação Mundial de Acupuntura e Moxabustão (WFAS), diretor do comitê de provas desta importante organização internacional e membro do Conselho Executivo da Federação Mundial das Sociedades de Medicina Chinesa (WFCMS), além de Consultor da Academia de Medicina Tradicional Chinesa de Hong Kong.

Podemos afirmar portanto que o Tai Chi Pai Lin é verdadeiramente uma prática para saúde. Suas sequências de chi kung (qi gong) têm grande ênfase na rotina do praticante, pois são fundamentais para seu desenvolvimento pessoal.

Na wikipédia, há a seguinte informação: “O Mestre adotou o nome Pai Lin (bailing), que em chinês significa cem anos, para expressar seu desejo de que todas as pessoas possam ter uma vida longa e saudável: ‘Não é só o meu próprio nome, mas o de todos que se dediquem de coração a essas práticas’. (Mestre Liu Pai Lin, 1992)”.

Se você é alguém que busca qualidade de vida e longevidade, busque a turma de Tai Chi Pai Lin mais próxima de você e inicie agora esta jornada de bem estar!

Saulo Nunes
Professor de Tai Chi
www.manimaha.com.br/taichi

Enviado em Saulo Nunes | 38 comentários »

Os Símbolos e suas Aplicações

Agosto 5th, 2009 de Priscila

Em todas as culturas temos símbolos representativos sendo usados das mais diversas formas, incluindo proteção, ligação com o Sagrado e Divino, afinidade pessoal com uma determinada linha entre outras coisas.

Mesmo em nossa cultura não é difícil perceber as pessoas usando uma corrente com um Crucifixo, um Om*, uma Cruz de Ansata** ou um Pentagrama, para citar apenas alguns. Também vemos adesivos nos carros com as mais diversas representações simbólicas e os que desejam se “associar” aos símbolos de maneira mais intensa chegam a tatuá-los no próprio corpo.

Os símbolos não resolvem tudo magicamente, mas ajudam. E de que forma eles ajudam?

Para respondermos essa pergunta é necessário abordarmos um outro conceito conhecido como Egrégora.

O termo egrégora vem do grego “egrégoroi” que significa um campo de energia gerado através da conjunção ou somatória de energias acionadas por pensamentos, sentimentos e ações das pessoas. De modo simples, as energias físicas, emocionais e mentais dos indivíduos se estabelecem através de ondas e freqüências, gerando um campo de energia psíquica que alimenta a egrégora.

Os símbolos vão funcionar como uma chave para acessar essa egrégora, funcionam como uma ponte para esta energia. Desta forma, quando desejamos trabalhar algo, procuramos símbolos cuja egrégora esteja relacionada diretamente ao que desejamos trabalhar. Se desejarmos trabalhar, por exemplo, cura é interessante utilizarmos símbolos relacionados a cura, como os de Reiki.

Algumas linhas acreditam que não adianta simplesmente utilizar o símbolo, que colocá-lo em uma corrente no pescoço ou num chaveiro não vai acionar essa energia. Essas linhas usam os símbolos como amuletos e possuem rituais de consagração envolvendo os quatro elementos (fogo, terra, água e ar) para “ativá-los” e a partir daí ter acesso à energia relacionada a eles.

Volto a frisar que acessar essas energias não resolve tudo como um “passe de mágica”, mas com certeza cria “facilidades” para que as coisas sejam resolvidas e a partir dessas facilidades é necessário agirmos, tomando as atitudes necessárias para que as coisas sigam no caminho que desejamos.

* Om - sílaba sagrada que representa o universo em sua totalidade. Não possui tradução literal e seu significado é o Absoluto (Brahman). No pensamento hindu, esse poderoso bij-mantra é a origem de todas as coisas e de todo o ser. Os Vedas descrevem-no como a força natural básica intrínseca a todos os fenômenos da Natureza. É o som do Universo se expandindo e é também o som do pulsar de cada átomo. É a essência dos Vedas e, portanto, o mantra entre os mantras.

** Cruz de Ansata - Um dos mais importantes símbolos da cultura egípcia. A Cruz Ansata, também conhecida como Ank consistia em um hieróglifo representando a regeneração e a vida eterna. A idéia expressa em sua simbologia é a do círculo da vida sobre a superfície da matéria inerte. Existe também a interpretação que faz uma analogia de seu formato ao homem, onde o círculo representa sua cabeça, o eixo horizontal os braços e o vertical o resto do corpo.

Paz e Luz

Valter Cichini Jr.

Psicanalista Transpessoal - Individual, Casal ou Grupos.
Atendimento Presencial ou On-Line

Enviado em Valter Cichini Jr. | 158 comentários »

Programação de Cursos!

Julho 12th, 2009 de Priscila

CURSO DE TARÔ E NUMEROLOGIA CÁRMICA

Neste curso serão estudadas as 22 cartas dos Arcanos Maiores voltadas para o autoconhecimento e leitura para os vários aspectos de vida. O curso aborda também, o aprendizado dos cáculos da numerologia cármica com foco na exploração do autoconhecimento, a interpretação das situações cármicas e também previsões gerais para o ano. O aluno aprende como trabalhar a numerologia cámica em associação com a Leitura de Tarô.

Início: 06/07
Horário: 14:30 às 17:30h
Duração: 02 meses
Matrícula: R$ 25,00
Investimento: R$ 300,00 em até 3x R$ 100,00
Professora: Priscila Lins Sandoli

CURSO LIVRE DE MASSAGEM

Este curso promove o estudo dos princípios da Medicina Chinesa, bem como as manobras estimulantes específicas das várias técnicas abordadas, permitindo atuar profissionalmente como terapeuta corporal ou Massoterapeuta.

Início: 18 de Julho - Sábado
Horário: 13:30 às 15:30h
Duração: 05 meses
Matrícula: R$ 25,00
Investimento: R$ 500,00 em até 5x R$ 100,00
Professora: Amanda Paiva Cavaliere

CURSO DE REIKI I E II

O reiki é uma técnica oriental que utiliza a imposição das mãos através de um sistema natural de cura que proporciona o reequilíbrio energético dos corpos físico, mental e espiritual. O reiki é ensinado através de aulas teóricas e práticas, sendo que, para sua aplicação é necessário a realização de um processo de iniciação do método.

Início: 18 de Julho - Sábado
Duração: 02 encontros
Horário: no dia 18/07 das 10:00 às 18:00h e no dia 25/07 das 10:00 às 14:00h.
Matrícula: R$ 25,00
Investimento: R$ 150,00 ou 2x R$ 85,00 (Reciclagem apenas R$ 105,00*).
Ministrante: Valter Cichini Jr.

* O desconto de 30% para reciclagem é válido apenas para os módulos já cursados e comprovados pela apresentação do certificado.

CURSO DE REEDUCAÇÃO FINANÇEIRA

O curso aborda os principais fatores psicológicos, sociais e culturais que dificultam a relação saudável e eficiente com o dinheiro. Demonstra como construir de forma prática e objetiva um plano de ação para mudança gradual de formas de pensar, sentir e agir em relação ao dinheiro.

Dia: 25 de Julho - Sábado
Horário: 9:30 às 18:30h
Matrícula: R$ 25,00
Investimento: R$160,00 ou 2x R$ 80,00
Professor: José Luis Morado - Psicólogo e Economista.

Veja o conteúdo completo dos cursos no site: www.manimaha.com.br

INSTITUTO MANIMAHÁ - A sua melhor opção!
Fone: 11 2598-3626

Enviado em ManiMahá | 526 comentários »

MÚSICA TEM COR?

Julho 12th, 2009 de Priscila

A cor está em tudo!
Num prato de comida, na roupa, na natureza, no cosmos e como não poderia ser diferente, na música!

Pensemos numa marchinha de carnaval… É uma canção alegre, então que cor lhe vem à mente? Amarelo, azul, preto ou marrom?

Claro que uma marchinha carnavalesca está muito mais para o amarelo enquanto o Blues está para o azul mais escuro, pois é um gênero musical de lamento com letras falando de dor… (sempre respeitando as derivações de cada gênero e também as escalas das cores).

Para um melhor entendimento:

Qual a ligação entre a cor e o som?

Os dois se propagam!!!!!!

A música é feita de ondas (vibrações) sonoras que se propagam no ar chegando assim aos nossos ouvidos (captadores) que levam a mensagem até nosso cérebro.

A cor é feita de vários tipos de ondas que podem então assumir diversas cores (desde o violeta até o vermelho), em função do comprimento de cada onda.

Como descobrir a cor de uma música?

Na música temos:

O som grave (baixo)
Médio (intermediário)
Agudo (alto)

Quando cantamos uma canção onde as notas são mais agudas lembramos do céu.
E quais cores estão ligadas ao céu?
Azul, amarelo, lilás e todos os tons claros.

Quando cantamos uma canção onde as notas são médias, esse som está ligado ao ar.
E quais as cores que nos remetem ao elemento ar?
Nem tão clara, nem escura, assim como o laranja, violeta, entre outros nuances.

E por fim, o grave (baixo), sons mais pesados, fúnebres, ligados ao elemento terra, raiz, tendo assim o cinza, marrom, preto…

Para escutar:

Sons claros – Aquarela do Brasil (Ary Barroso)

Sons médios – As Rosas não Falam (Cartola)

Sons escuros – Meu Mundo Caiu (Maysa)

Descobrir a cor do som é uma terapia e para quem canta ou toca um instrumento é primordial, pois através das cores conseguimos interpretar com a *intensidade devida, transmitindo assim, a alma da letra e da música para o ouvinte que com toda certeza sentirá de forma mais profunda.

* Intensidade – é a qualidade do som ser mais forte ou fraco, dependendo da energia emitida pela fonte sonora.

VAMOS COLORIR!

Escolha uma música, leia em voz alta respeitando as pontuações, calmamente, prestando atenção na letra e depois de entendida e absorvida, pinte cada frase com a cor que ela pede.

Lembre-se:

Parte aguda (alta) – CÉU - cores claras

Parte média (intermediária) – AR – nem muito claras, nem escuras

Parte grave (baixa) – TERRA – tons escuros

Numa música podemos ter várias cores!

Escute:

A melodia é alegre ou triste?

Não dá para cantar uma marcha fúnebre sorrindo, nem com uma voz azul clara, não é?

*Ao pintar não pense demais na frase, pois para encontrar a cor tem que ser instintivo.
A música vai pedir seu tom!

Depois de colorir, cante a!

Esteja numa posição confortável, de preferência em pé, braços relaxados para uma melhor emissão e aproveitamento sonoro.

Nas melodias agudas (claras) temos a doçura, voz suave como os sons celestiais.

Nos médios temos uma voz mais presente, forte, entre o claro e o escuro.

Nas sonoridades graves (escuras) temos a voz mais reprimida, dorida, pra dentro, transmitindo verdade a cada parte da canção.

Se cantarmos uma canção sem intensidade, igual do começo ao fim, sem expressão, sem cor, sem enfatizar nenhuma parte, teremos uma música reta e fria.
E quem quer ouvir uma música assim? Presumo que ninguém, não é?

Temos que dar movimento a música!!!

Como o som do mar…
Uma onda traz seu som leve, a seguinte é mais bravia… Assim como nossos sentimentos.

Sentir a música e entregar-se a ela é o que chamamos de INTERPRETACÃO!

Que nós possamos colorir todos os dias a nossa canção de vida!

No próximo encontro daremos continuidade a esse assunto abordando:

A COR DA VOZ!

Luz e Som sempre!

Beijos Musicais!!!

Giselle Maria
Cantora e Professora de Canto

giselle.cantoria@hotmail.com
http://giselle.musica.nafoto.net

Enviado em Giselle Maria | 135 comentários »

O tai chi chuan (taijiquan) na sociedade brasileira atual

Julho 4th, 2009 de Cichini

Diante de tantas artes orientais da moda, o tai chi chuan acabou por encontrar seu lugar na sociedade brasileira e tem suas altas e baixas de popularidade. No entanto, mesmo sem muita divulgação da mídia, há diversos simpatizantes que não sabem mais viver sem praticá-lo.
Desde que os primeiros mestres chineses vieram ao Brasil no início da década de 70 e começaram a ensinar a arte, vários brasileiros dedicaram-se de coração a aprender o tai chi.

O que nos atrai inicialmente ao taijiquan são os movimentos lentos e bem desenhados, o equilíbrio e a paz que sentimos ao observarmos a execução das formas.

Numa época em que o tempo é precioso e as tarefas são agendadas com meses de antecedência, perguntamos: - Como pode alguém sentir tanta paz fazendo esta arte marcial? Será que nos trará o mesmo benefício?

Esta indagação é o ponto de partida da maioria dos praticantes atualmente. Daí em diante abre-se um leque de idéias, conceitos novos e possibilidades ao iniciante que o faz perceber que a apresentação que assistiu naquela “pracinha” era superficial, porque o taijiquan é como o oceano - profundo e misterioso…porém nos convida a navegar e mergulhar…”

Saulo Nunes
Professor de Tai Chi
www.manimaha.com.br/taichi

Enviado em Saulo Nunes | 160 comentários »

« Página Anterior Próxima Página »