O que é tai chi chuan (taijiquan)?

Junho 28th, 2009 de Priscila

Tai chi chuan é uma arte marcial de origem chinesa. Podemos descrevê-la superficialmente sob 3 ângulos diversos:

1) arte marcial (isoladamente)- no início muitas guerras existiam e, pelas necessidades da época, os povoados e vilarejos tinham treinamento beligerante, surgiu assim o aspecto marcial do tai chi chuan, hoje facilmente identificável nas técnicas de tui shou (técnicas a dois) e chin na (torções e apresamentos);

2) ginástica para saúde - os exercícios preparatórios de tai chi chuan, as formas e o trabalho de chi kung (qi gong), diferentemente de outras artes marciais, não forçam o corpo além de seus limites naturais, proporcionando boa saúde e longevidade;

3) prática psicossomática e metafísica - os fundamentos de direcionamento mental de energia pelo corpo (taoyin e
meditação) e as influências do taoísmo nas práticas e na teoria do tai chi chuan são foco constante de pesquisas na área médica (acupuntura) e científica (física quântica).

Diante de tantas possibilidades, identifique o que espera do tai chi chuan, comece a praticar e tenha certeza de que se surpreenderá!”

Saulo Nunes
Professor de Tai Chi
www.manimaha.com.br/taichi

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Vida, uma aprendizagem sem fim.

Maio 30th, 2008 de Priscila

A vida é um caminho de eterna busca e toda busca remete a um aprendizado.

Aprendizagem é, por definição, um processo ininterrupto de aquisição de conhecimento que se dá ao longo da vida por meio de um sistema cíclico. Em todo o nosso caminho acumulamos experiências que chamamos boas e/ou ruins - lembrando que essa classificação de bom e ruim é muito relativa e pessoal - mas que sempre nos levam ao crescimento.

Para que tenhamos um melhor aproveitamento de nosso aprendizado, nossas experiências devem ser numerosas e diversificadas o máximo possível. É como assistir a um filme ou ler um livro, na primeira vez recebemos sua mensagem e nossas emoções se envolvem de uma determinada maneira, porém, ao assistir/ler pela segunda vez percebemos coisas novas, interpretamos a mensagem de um jeito diferente, a relação de nossas emoções com o contexto da história também muda e assim, novas lições são absorvidas. Portanto, não apenas a quantidade de experiências vividas é importante, mas também a qualidade dessas vivências.

De uma maneira geral procuramos nos manter em equilíbrio, evitamos conflitos e situações desfavoráveis, normalmente por medo de errar e de sofrer.

A nossa cultura nos passa uma visão distorcida do erro. Crescemos aprendendo que o erro é ruim, educados num sistema de recompensa pelo acerto e punição pelo erro. Nunca nos ensinaram o real significado do erro e muito menos o quanto ele é essencial em nossas vidas.

O fato é que os erros são sinalizadores, eles nos mostram onde nos encontramos na jornada, se ainda falta muito ou se já estamos próximos a realizar nosso objetivo.

Atingir um estado de equilíbrio não é tão difícil, o complicado é aceitar os desequilíbrios e reconhecer sua importância para o nosso crescimento pessoal. São as dificuldades e obstáculos do caminho, os erros cometidos e sofrimentos conseqüentes que nos possibilitam analisar e avaliar a situação, adaptar ou mesmo realizar as mudanças necessárias em nossa vida.

Somos impulsionados a sofrer processos de desequilíbrio a todo o momento, só assim podemos sair do estado chamado de acomodação. Quando estamos numa situação confortável acabamos permanecendo nela e isso muitas vezes é ruim, pois o comodismo nos limita.

Isso acontece com toda forma de aprendizagem, ao dirigir por exemplo, no início nos encontramos apreensivos, observamos tudo procurando nos familiarizar com o objeto (o carro), é tudo muito novo. Num segundo momento, passamos a interagir, colocamos o cinto e adequamos o banco ao nosso tamanho, ajeitamos os espelhos e ainda com o carro parado passamos as marchas para gravarmos suas posições e ficamos simulando todas as ações da direção.

Mas é com o carro ligado e em movimento que, ao girar o volante, podemos perceber quanto de força é necessária para uma curva mais aberta ou fechada, qual o tempo adequado para mudar de uma marcha para outra, com qual intensidade devemos frear… Com a prática conseguimos dominar e nos adaptar ao novo.

No entanto não paramos por aí, sabemos que somente dirigindo em meio ao trânsito é que poderemos aprender de fato, pois o trânsito real nos proporciona uma série de “situações problemas”, isto é, coisas inesperadas as quais teremos que resolver.

Devemos sempre procurar por essas “situações problemas”, por desafios, mesmo quando há a possibilidade de erro ou desequilíbrio pois essa é a oportunidade para aprimorarmos tudo o que já aprendemos anteriormente e assim evoluir.

Esse ponto de vista pode parecer um pouco masoquista a princípio, no entanto, se avaliarmos de maneira mais racional podemos perceber que tudo é assim, faz parte do ciclo natural da vida onde nada é imutável nem finito, porém tudo se transforma.

Certa vez, li um texto que dizia: “[…] todos nós conhecemos pessoas que fazem absoluta questão de estar certas nos menores detalhes. Nós mesmos, muitas vezes, nos incluímos nesta categoria: não nos permitimos errar. Tudo que conseguimos com esta atitude é o pavor de seguir adiante - porque certos passos exigem decisões novas, cujos resultados desconhecemos. O medo de errar é a porta que nos tranca no castelo da mediocridade: se conseguirmos vencer este medo, estaremos dando um passo importante em direção à nossa liberdade” (Paulo Coelho).

Om Shanti

Priscila Lins Sandoli
priscila.sandoli@gmail.com

http://priscilasandoli.spaces.live.com
www.maniji.com.br

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Origem do nome Maniji

Maio 17th, 2008 de Cichini

No dia 21 de maio de 2008, o Espaço Cultural Maniji completa três anos. São três anos de crescimento, amadurecimento e muito trabalho na realização deste grande sonho. No decorrer do período uma pergunta se repetiu com certa freqüência, uma pergunta relacionada à origem do nome do Espaço. O que significa Maniji? Antes de contar o significado e a história que envolve a escolha do nome vou abordar outra questão relacionada a sua pronúncia.

Algumas pessoas pronunciam o nome como MaNIji, colocando a tonicidade na sílaba “ni”. Entretanto, a pronúncia correta é ManiJI como se tivesse acento na última sílaba e isso se deve ao fato do nome ter origem no Sânscrito*.

Voltando a questão da origem, o nome surgiu de uma postura e brincadeira anterior. Antes de fundar o Maniji eu já desempenhava o papel de Moderador da Voadores** junto com uma equipe de amigos e, nas atividades da função, nos deparamos por vezes com assinantes que nos atacavam publicamente por não concordar com a linha de condução que dávamos ao trabalho, exigindo que toda a linha de condução fosse alterada para o que eles achavam que deveria ser. Nas conversas internas da equipe eu sempre dizia: “Faz um ‘joinha’ para o assinante e vamos em frente, temos definida nossa linha de trabalho e precisamos seguir em frente, não há necessidade de confronto direto” .

Essa característica se tornou uma marca registrada e uma brincadeira bem humorada se formou em torno disso. Acabei virando o “Mestre Joinha”, charges foram criadas, brincadeiras se seguiram e tivemos algumas derivações como Parajoinhananda***. Para qualquer problema que pudesse gerar um estresse sempre surgia o comentário para usar a infalível técnica do joinha, que consistia em não se estressar, fazer um joinha e se direcionar para o trabalho que precisava ser feito.

Quando surgiu a oportunidade de montar o Espaço junto com o Fábio Pellozzo (www.pellozzo.com.br) estávamos em busca de um nome e um grande amigo em comum, o Lázaro Freire (www.voadores.com.br/lazaro), em tom de brincadeira sugeriu que usássemos o nome Maniji vindo do sânscrito, onde Mani significa jóia e ji é um tipo de diminutivo, formando assim o termo Joinha. A sonoridade chamou atenção, o significado tinha uma história, conversamos sobre o assunto e resolvermos batizar nosso projeto com esse nome e hoje o mesmo atingi seu terceiro ano.

O trabalho se aprimorou, amadureceu e cresceu, hoje o nome Maniji se tornou forte transparecendo grande qualidade, profissionalismo, empenho, dedicação, coerência, discernimento, amizade e bom humor em tudo aquilo que se propõe a fazer.

Meus parabéns e agradecimentos a todos aqueles que de alguma forma fazem ou fizeram parte, colaborando com a realização desse grande sonho e projeto de vida, e para aqueles que fazem apenas críticas vamos observá-las, aprender com elas, melhorar, crescer e fazer um Maniji, pois ainda temos muito o que realizar.

*Sânscrito: É uma das línguas mais antigas da família Indo-Européia, sendo clássica da Índia, uma língua litúrgica do Hinduísmo, Budismo, Jainísmo, e uma das 23 línguas oficiais. Influenciou praticamente todos os idiomas ocidentais. O alfabeto original do sânscrito é o devanagari, um composto bahuvrihi formado pelas palavras deva (”deus”) e nagari (”cidade”), que significa “a escrita da cidade dos deuses”. Sânscrito é também o ancestral das linguagens praticadas da Índia, como o Pali e a Ardhamgadhi. Pesquisadores descobriram e preservam mais documentos em Sânscrito do que documentos em Latim e Grego. Os textos védicos foram escritos em uma forma de Sânscrito.

**Voadores (www.voadores.com.br): Maior lista mundial sobre Viagem Astral (Projeção da Consciência / Corpo Psíquico ; Desdobramento ; OBE / OOBE / EFC - Experiência Fora do Corpo), e a maior lista brasileira de exoterismo em geral, onde assuntos co-relatos como: bioenergias, Jung, chacras, apometria, sonhos lúcidos, psicologia Transpessoal, projeciologia, expansão da consciência, kundalini, multiverso, metafísica, física espiritual, entre outros, também são ACEITOS.

***Parajoinhananda: junção bem humorada de termos para apelidar o “Mestre Joinha”. Prefixo Para usado na indicação de algo do mundo astral, sufixo Ananda (sânscrito) que representa bem aventurança, felicidade, ou quem a traz. Ex: Yogananda: Aquele que traz a bem aventurança (ananda) através da União (Yoga) com o Todo, e o Joinha que fala do ato de fazer um joinha com a mão. Portanto seu significado é: Aquele que trás do espiritual a bem aventurança do Joinha.

Paz e Luz
Valter Cichini Jr.
Cursos, Palestras e Atendimentos individuais e grupos em Terapia Transpessoal (Presencial ou On-Line).

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Sobreviver ou Sucumbir? (Dianética)

Abril 30th, 2008 de Priscila

O princípio dinâmico da existência é a Sobrevivência.

O contrário de “Sobreviver é Sucumbir”.

A sobrevivência está na abundância, está também nos sonhos, ideais, na honestidade e no amor pelo próximo. Prazer é a recompensa; e a busca da recompensa (metas de sobrevivência) é um ato prazeroso. O prazer ocorre para chamá-lo para uma vida ideal. O prazer é a satisfação, emoções agradáveis, mentais ou físicas. O prazer pode ser encontrado em tantas coisas e atividades a cada um de uma forma que não daria aqui para descreve-las todas. Cada um vê e sente o prazer que é a força propulsora da sobrevivência numa situação ou atividade diferente.

Uma pessoa só sobrevive enquanto é fiel a si própria, á sua família, aos seus amigos, às leis do universo. Quando falha em qualquer aspecto, a sua sobrevivência fica reduzida.

Em que altura se deixa de Sobreviver e se começa a Sucumbir? O momento é marcado por aquilo que se poderia chamar a morte da consciência do indivíduo. A maior arma do Homem é a sua razão. A razão permite-lhe mudar para se adaptar a novas situações. As forças rudes e desajeitadas dos elementos, das tempestades, do frio e da noite, do tempo, das decepções, exercem pressão, desafiam e depois, talvez esmaguem a razão, bem como o corpo.

Mas, tal como a inconsciência precede sempre a morte, ainda que seja por instantes, também a morte da razão precede a morte do organismo. Na juventiude há muito entusiasmo e pouca razão envolvida, na velhice falta-lhe entusiasmo e sobra no poder de racionalizar, daí a frase: “Com toda experiência que tenho agora, o que eu não daria para ter uma parte do entusiasmo que já tive.” Ou a frase, usada como desculpa pra tudo: “perdi minhas ilusões”. Mas você não está seguro de que foram ilusões. A vivacidade da vida, o entusiasmo rápido, o desejo, a vontade de viver, a crença no destino, serão estas coisas ilusões? Ou serão sintomas da essência vital de que é feita a vida? E não será o seu declínio um sintoma da morte?

É a dor e a perda do determinismo que destroem a vontade de viver. A vida pode ser dolorosa. A aquisição de experiência é com frequencia dolorosa. Reter essa experiência é essencial. Mas não continuará a ser experiência, mesmo que não tenha dor?

Imagine-se apagando da sua vida toda a dor, física ou emocional, que tenha acumulado. Seria assim tão terrível ter de separar-se de um coração partido ou de uma doença psicossomática, ou de medos, ansiedades e temores?

Suponha que com tudo que você sabe hoje, que adquiriu de experiência, tivesse a oportunidade de enfrentar de novo a vida e o universo, suas dificuldades, suas conquistas, e sentir que seria capaz de vencê-los.

O que é que fez com que o mundo deixasse de brilhar?

O que é que torna alguém menos consciente do brilho do mundo que o rodeia? Será que o mundo mudou? Não, pois cada nova geração vê o encanto e a glória, a vitalidade da vida; a mesma vida que na melhor das hipóteses parece sombria para o idoso. O indivíduo muda.

A medida que declina a consciência do brilho da vida, declina também a sua própria consciência. A inconsciência total é a morte. A meia inconsciência é meia morte. E a medida que uma pessoa acumula a dor que o acompanha a vida e deixa de acumular prazeres, ela vai gradualmente perdendo a sua corrida contra a morte, e resulta finalmente, na incapacidade física de ver, de pensar e de ser, conhecida como morte.

Quando a vida deixa de prosseguir na conquista do universo físico, então deixa de sobreviver e sucumbe.

A vida tem de obter prazer.

A vida tem de evitar a dor. A vida tem um impulso ativo de afastamento da dor, pois esta é a não sobrevivência, é destrutiva e é a própria morte. A dor é um aviso de não-sobrevivência ou morte potencial.

A vida tem um impulso ativo na direção do prazer. O prazer pode ser definido como a ação na direção de obter ou de adquirir a sobrevivência.

A felicidade poderia ser definida como a superação dos obstáculos na direção de um objetivo desejável.

Demasiada dor obstrui o organismo no seu caminho em direção a sobrevivência.

A mente tem de ser capaz de evitar a dor e descobrir o prazer para o indivíduo, para as gerações futuras, para a família e o grupo, bem como para a própria vida.

Não sucumba, afaste as dores, busque os prazeres, e assim a sua sobrevivência não caminhará na contra mão, sua vida terá mais ânimo, mais vitalidade, mais racionalidade, mais felicidade.

* Trecho extraído do livro de auto analise de L.Ron Hubbard, adaptado e comentado por Nilma Soares.

Nilma Soares
Atendimentos individuais em Dianética.

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Teorias e Objetivos da Medicina Tradicional Chinesa

Março 27th, 2008 de Priscila

Dao ou Tao

O Tao é o processo cósmico no qual se achavam envolvidas todas as coisas; o mundo é visto como um fluxo contínuo, uma mudança contínua. Existem padrões constantes nessas mudanças, que podem ser observados pelos homens. O sábio reconhece esses padrões e dirige suas ações de acordo com eles. Assim, ele se torna “Uno com o Tao”, vivendo em harmonia com a natureza e obtendo sucesso em tudo que realiza. Lao Tsé ensina que Tao (cujo significado pode ser “caminho”) não passa de um termo aceitável para o que fora melhor chamado “o Inominado”. Dizer que existe é excluir o que não existe, apesar de o vazio ser sua verdadeira natureza. As palavras limitam, e Tao não tem limites. A característica principal do Tao é a natureza cíclica de seu movimento e sua mudança incessantes. Essa idéia é a que todos os acontecimentos na natureza apresentam padrões cíclicos de ida e vinda, de expansão e contração. A idéia de padrões cíclicos no movimento do Tao recebeu uma estrutura precisa com a introdução do oposto polar Yin e Yang. Todas as manifestações do Tao são geradas pela inter-relação dinâmica dessas duas forças polares.

Energia Qi

Há milênios foi desenvolvido no Oriente, um sistema filosófico, cultural, religioso e científico, relacionando uma energia com todas as coisas e especialmente com os seres vivos. Essa energia é conhecida como Ki no Japão, Qi ou Chi na China, Prana na Índia e atualmente bioenergia no Ocidente. Os orientalistas que se referem aos escritos cosmológicos e filosóficos, traduzem Qi como sendo o sopro original que originou Yin-Yang, mas os acupuntores preferem utilizar a palavra “energia”. Qi ou Chi dá origem ao Céu e a Terra: os sopros ligeiros, mais Yang, sobem e formam o Céu; enquanto os sopros pesados, mais Yin, descem e formam a Terra. Entre o Céu e a Terra se encontra o homem, com energia própria e submetida às leis do Céu e da Terra.

Objetivos das práticas terapêuticas orientais

O objetivo das práticas terapêuticas baseadas na medicina tradicional chinesa é compreender os fatores que propiciaram ao indivíduo o seu desequilíbrio energético e tentar restabelecer a fluidez energética obtendo o equilíbrio. Para isso, o seu diagnóstico (mais correto avaliação energética) procura estabelecer relações do seu comportamento, alimentação, analisa odores, transpiração, pulso, língua, condições da natureza a que esteve exposto, entre outras coisas, para determinar qual é o princípio de tratamento a ser realizado. Este tratamento energético pode ser obtido através de diversas práticas terapêuticas orientais.

As práticas derivadas da Medicina Tradicional Chinesa - MTC, como a Acupuntura e as Massagens Orientais (por exemplo, o Tui-Na na China e o Shiatsu do Japão), gozam de grande aceitação no mundo ocidental há várias décadas, por sua reconhecida eficácia na prevenção e tratamento de doenças diversas, principalmente aquelas envolvendo sintomas dolorosos em geral.

Através de manobras como fricção, percussão e movimentos do corpo, bem como o emprego de utensílios como a moxa e as ventosas, podem equilibrar o funcionamento orgânico, regularizando o fluxo de Qi no organismo. Tais técnicas podem ser utilizadas na prevenção e também podem ser empregadas para amenizar ou corrigir os desequilíbrios que causam dores, ansiedade e stress.
Tais recursos estimularam muitos profissionais da área de saúde a incluírem estas atividades não somente em consultórios privados, como também em hospitais e serviços de saúde pública, onde existem ambulatórios de acupuntura e massagem oriental com demanda considerável por parte da população. A Organização Mundial de Saúde recomenda estas práticas enquanto Terapias Complementares à medicina ortodoxa por seu efetivo valor, baixo custo de implementação e em razão disto, têm sido objeto de pesquisa em universidades e círculos científicos.

Várias estudos do gênero indicam que a Acupuntura e afins promovem influência significativa sobre o Sistema Nervoso (SN) como um todo. Através de mecanismos fisiológicos que são engendrados a partir dos estímulos sobre a pele, o SN Periférico encaminha estas informações ao SN Central (cérebro e medula espinhal), onde são elaboradas complexas reações neurológicas e bioquímicas.
Substâncias como a endorfina, serotonina e outras são liberadas no cérebro, constituindo-se numa verdadeira “farmácia” do corpo que atua na diminuição das dores, com efeitos antitérmico, antinflamatório e conseqüentemente, visando o fortalecimento do Sistema Imunológico e promoção do equilíbrio no organismo, o que permite entender como estas terapias podem atuar de forma eficaz sobre muitas questões, como em distúrbios emocionais, dependência de drogas, Lesões Por Esforços Repetitivos - LER ou Distúrbios Ocupacionais Relacionados ao Trabalho - DORT, manifestação importante no momento atual.

Leonel Riese
Cursos e Palestras sobre Terapias Orientais e em Qi Gong (exercícios taoístas).
Atendimentos com Acupuntura, Florais de Bach e Aulas de Tai Chi.

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